quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Demografia

Islã é religião de 23% do mundo, aponta estudo


O mundo tem 1,57 bilhão de muçulmanos, aponta um estudo publicado ontem pelo grupo não governamental Pew Research Center, de Washington. Trata-se de quase um quarto da população mundial, sendo que 62% dos muçulmanos se concentram na Ásia.
A Indonésia é o país do mundo de maior população muçulmana, com 203 milhões -12,9% do total mundial-, seguida pelo Paquistão. O estudo abrangeu 231 países e territórios.
O Oriente Médio e o norte africano concentram 20% dos muçulmanos, mas também a maior porcentagem de países de maioria islâmica. "Mais da metade dos 20 países e territórios lá tem populações 95% ou mais muçulmanas", aponta o Pew.
Outra conclusão do Pew é que 20% dos muçulmanos -ou 317 milhões de pessoas- vivem em países onde sua crença é minoritária. É o caso do Brasil, onde vivem 191 mil muçulmanos, ou 0,1% da população do país.
Essa dispersão faz com que a Alemanha, por exemplo, tenha mais muçulmanos (4 milhões) do que o Líbano (3 milhões).
A população islâmica na Rússia (16 milhões) é maior do que as de Líbia e Jordânia somadas (12 milhões). E a China tem mais muçulmanos (22 milhões) que a Síria (20 milhões).
O país que concentra a minoria islâmica numericamente mais expressiva, de 161 milhões, é a Índia, de maioria hindu.

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Publicado no jornal Folha de S. Paulo em 09.10.2009

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Obama e o Brasil

A diplomacia de Obama e o Brasil

Coluna Econômica - 14/10/2009

Qual será a política diplomática dos Estados Unidos, na era Obama, em relação à América Latina? O Observatório Político Sul-Americano, do Instituto de Pesquisas do Rio de Janeiro, analisou quatro think tanks (grupos de análise) influentes dos Estados Unidos: do Brookings Institution, do Council on Foreign Relations, da Americas Society e do Council of the Americas e da FLACSO (Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociais).

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O tema central - no apanhado desses quatro institutos - é a questão energética. Os estudos apontam, algo assustados, para o fato do consumo norte-americano depender em 30% da América Latina, mais do que os 20% importados do Oriente Médio.

Preocupa também o crescimento da demanda mundial e o envelhecimento dos poços de países da OECD e do México, gargalos nas áreas de refino e produção e instabilidade política e nacionalismo em regiões de grande produção.

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Chamam a atenção para as oportunidades de negócios na América Latina, como provedora de petróleo, gás e biocombustíveis. As possibilidades maiores de negócios estão nas áreas de refino e produção, ajudando a reduzir a dependência do Oriente Médio.

Mas, para tanto, os EUA precisariam enfrentar o problema da instabilidade política em países de grande produção e o chamado "nacionalismo de recursos". Esse termo define a orientação de alguns governos de assumir o controle desses bens, visando se apropriar de parcelas maiores da renda. Esse procedimento tem atrapalhado a integração energética do continente.

Os três países apontados são Venezuela, Bolívia e Equador. Especialmente a Venezuela, que é o quarto maior exportador para os EUA.
Preocupa a política de Hugo Chávez, de aplicar os recursos do petróleo em programas de bem estar social e projetos públicos, governando por decreto e ampliando seu poder em relação aos demais poderes da República.

O Equador é citado como portador da chamada "doença holandesa" - excesso de dólares entrando, apreciando a moeda local e matando a competitividade da indústria nacional.

Apenas um dos relatórios - o da FLACSO - aponta para a inevitabilidade de, em regimes democráticos, a população pressionar para ser beneficiada pelos ganhos da exploração de petróleo.

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O conjunto de relatórios aponta o Brasil como peça chave para a solução do problema energético norte-americano. Aposta-se no pré-sal para o Brasil assumir a liderança das exportações de petróleo para os EUA. O Brasil é apontado como exemplo de como uma estatal (a Petrobras) soube conviver com um cenário amigável e atraente para os investidores externos. O relatório da FLACSO prevê já para 2012 o Brasil como o maior produtor da região.

Também a experiência brasileira com biocombustíveis é enaltecida. Citam como evidência promissora a ação da diplomacia brasileira de fechar acordos com vários países do mundo. Alguns dos relatórios recomendam explicitamente o fim do subsídio ao milho, pelo governo norte-americano.

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Texto extraído do blog de Luis Nassif em 14.10.2009

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Curso

Curso Relações Brasil - América do Sul

SÁBADOS, das 9h30 às 12h30
Ministrante: Mathias Seibel Luce
Doutorando em História, Mestre em Relações Internacionais (UFRGS);
Prof. de Relações Internacionais - Faculdade Angloamericano Caxias do Sul

17 de outubro
1. O regionalismo continental na política externa brasileira
1.1. O Brasil e os projetos de integração regional
1.2. A América do Sul no discurso diplomático brasileiro

7 de novembro
2. Comércio
2.1 Fluxos bilaterais do comércio regional
2.2 Perfil comparado de exportações e importações
2.3 A política de promoção às exportações regionais

14 de novembro
3.Investimento
3.1 Principais tendências do investimento brasileiro na América do Sul
3.2 O Investimento Brasileiro Direto (IBD) e a expansão das firmas brasileiras no espaço regional

21 de novembro
4. Infra-estrutura
4.1. A Iniciativa para a Integração da Infra-Estrutura Regional Sul-Americana (IIRSA)

28 de novembro
5. Energia
5.1 A matriz energética sul-americana
5.2 Empreendimentos energéticos binacionais/regionais e suas implicações geopolíticas



INFORMAÇÕES E RESERVAS:
Curso Diplomacia – Ramiro Barcelos 1796/403 – POA/RS
(51) 32075697 – 99157360 – 81810455 – 81818253
contato@cursodiplomacia.com.br
www.cursodiplomacia.com.br

INVESTIMENTO: R$ 150,00 à vista (ou 2x R$ 80,00)

Curso

OS FINS DA GUERRA FRIA E A POLÍTICA INTERNACIONAL CONTEMPORÂNEA - VINTE ANOS DE CRISE (1989-2009):

Perspectivas e Implicações

Objetivo

Tendo em vista o aniversário de vinte anos do final da Guerra Fria, o curso visa apresentar criticamente as forças em jogo entre 1945 e 1989, suas finalidades e condicionantes, bem como suas implicações para o mundo atual. Pretendemos abordar alguns temas centrais ligados à Guerra Fria tais como a segurança internacional, a economia mundial, as culturas dos extremismos, as integrações regionais e o surgimento da nova (sic) agenda internacional (meio ambiente, direitos humanos, democracia, etc.). Solicita-se aos alunos matriculados a enviarem e-mail à coordenação para obtenção da bibliografia de apoio.

Plano de Aulas

Aula 1

(7/11)

Os Mundos da Guerra Fria – Prof. Ms. Bruno Biazetto

1. A Guerra Fria Clássica: Os Extremos em Choque (1945-1962)

2. A Coexistência Pacífica: Contenção Nuclear e Zonas de Influência (1962-1974)

3. A Segunda Guerra Fria: Hegemonia e Ocaso (1974-1989)

4. O Legado da Era Reagan: Poder e Neoliberalismo

Aula 2

(14/11)

Módulo 2 – O Mundo Pós-Guerra Fria – Prof. Ms. Hugo Arend

1. O Fim da Guerra Fria ou O Choque de Histórias e o Fim da Civilização.

2. Euforia – Identidade - Melancolia: Neoliberalismo – Bálcãs – China.

3. Integração – Soberania – Comunidade: União Européia – Crise de 2008 – Kyoto.

4. Liberdade - Confiança - Segurança: Democracia – Globalização - 11 de Setembro.

5. Esperança – Realidade – Pessimismo: Obama – Prevenção – Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES E RESERVAS:

Curso Diplomacia – Ramiro Barcelos 1796/403 – POA/RS

(51) 32075697 – 99157360 – 81810455 – 81818253

contato@cursodiplomacia.com.br

www.cursodiplomacia.com.br

INVESTIMENTO: R$ 65,00

quarta-feira, 15 de julho de 2009

RANKING PROVISÓRIO 1ª FASE SIMULADO

(é provisório pois estamos analisando os recursos!!!!)

POSIÇÃO NOTA Nº INSCRIÇÃO

45,55 18
44,3 10
41,20 9
39,35 15
37,4 13
36,85 6
35,75 7
35,75 20
35,55 2
31,75 21
10º 29,85 11
11° 27,80 12
12° 27,65 22
13° 26,75 5
14° 26,6 16
15° 26,3 25
16º 20,85 19

domingo, 12 de julho de 2009

GABARITO SIMULADO 2009/1 - PROVA OBJETIVA

1. E
2. EECC
3. B
4. EECE
5. A
6. CECE
7. A
8. CCCC
9. E
10. CEEC
11. D
12. C
13. C
14. D
15. C
16. A
17. B
18. C E C E
19. C E E C
20. E E C C
21. C E C C
22. C C C E
23. C C C C
24. C
25. B
26. C C C C
27. E CCC
28. C E C E
29. E C E E
30. C C C E
31. D
32. C C C E
33. B
34. C C E E
35. E C E C
36. B
37. C C E C
38. C
39. C
40. C C C C
41. B
42. E
43. C C C E
44. C C C E
45. B
46. C E C E
47. E C C E
48. C C C C
49. C
50. E E C E
51. CEEC
52. D
53. A
54. C
55. B
56. E
57. D
58. B
59. C
60. D
61. C C C E
62. E C C C
63. C E C E
64. EC E C
65. C C C E
66. C
67. C E C C
68. E
69. E C E C
70. C
71. E
72. E
73. C
74. C
75. E
76. E
77. C
78. E
79. E
80. C

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009